e infelizmente é também a despedida da
Tertúlia, resolvi falar sobre
Bem pequenos aprendemos a nos despedir
de quem gostamos.
Acho que a primeira despedida que ficou na minha
memória, foi o da minha mãe no meu primeiro dia de aula

Foram dias terríveis até me acostumar com a separação...rs
Depois vem a despedida da infância

E com a adolescência, chegam os primeiros amores e com eles
chegam também as desilusões, as intermináveis briguinhas,
acabando em despedidas destes mesmos
"amores"
fase adulta e com ela chegam as responsabilidades,
a busca incansável por um emprego..a faculdade,
muitas escolhas e pouquíssima experiência...rs
e nos vemos obrigados a nos despedir da vida
de solteiro e das baladas com os amigos
acaba chegando o bebê pra animar
um pouco a festa...hehehe
e lá se vão as noites perfeitas de sono
(olha a despedida das noites calmas aí)
dos dias de calmaria.
É criança correndo e gritando pela casa,
é mãe desesperada correndo atrás do filho pela rua,
é brinquedo espalhado pela casa e quando o "anjinho"
dorme, parece que estamos no paraíso...rs
à nos preocupar com os nossos pequeninos.
Será que está agasalhado?
Será que levou a chave?
Será que está pegando chuva?
e não nos damos conta de que os nossos pequeninos,
já não são mais pequeninos e aprendemos a
nos despedir deles quando se casam.

e tirando da vida o que de melhor há.
E por falar em Despedidas, me lembro de um
poeminha pequenino, mas que acho muito bom.
O nome é lógico não poderia ser outro
DEIXARÁ MUITA SAUDADE.
que saudade
é a ausência
grávida de presença.




































































